A Iconili junta almôdegas frias, pitadas piscodélicas, moqueca de coelho, o belo som da palavra bruschetta, baixo, guitarras, bateria, theremin, metalofone, clarineta, saxofone, escaleta e flauta e um criam uma impressionante atmosfera geométrica de experiências lisérgicas, ou quase Herméticas.
Surgida de reuniões para experimentações psicodélicas, onde o ambiente passou a ser concebido como uma caixa de ressonância, amplificando e acrescentando harmônicos que transcenderam a compreensão da existência do único, a banda funde rock, psicodelia e jazz entre timbres antigos e tempos recortados.
A Iconili se apresenta com temas de improvisação, além de suas músicas autorais que compõe o EP “Ratos de laboratório são negociáveis”, gravado em julho de 2008. Em 2009 a banda prepara a gravação de seu segundo trabalho com produção do selo Serrassônica.
OS ICONILI SÃO UM DOS MARAVILHOSOS ARTISTAS DE BELO HORIZONTE QUE PARTICIPARÃO DO FESTIVAL NA RUA, NA REDE, NA TORA, QUE ACONTECE DIA 4 DE JULHO, A PARTIR DO MEIO-DIA EMBAIXO DO VIADUTO SANTA TEREZA. NÃO PERÇA!
Lançando antenas mais altas que os picos da Serra do Curral, alguns seletores têm captado freqüências (bem)vindas do caribe, precisamente da Jamaica, retransmitindo rocksteady, reggae, dub, dancehall, ragga e ska para o público de Belo Horizonte. São os Seletores do RoodBoss.
Interessados na música e cultura da famosa ilha, os Seletores se juntaram e passaram a organizar eventos como o RoodBoss Soundsystem, Reggae Against the Machine e Fridaynight Skanking, além de alimentar o blog BeagáSka.
Indo muito além de Bob Marley, roots reggae e rastafari, os Seletores do RoodBoss resgatam a riqueza dos soundsystems, verdadeiros responsáveis pelo surgimento dos DJs, MCs e remixes que conhecemos hoje, e propõe uma discotecagem que transita entre todas as vertentes musicais da ilha, incluindo estilos influentes e influenciados.
OS SELETORES DO ROODBOSS SÃO UM DOS MARAVILHOSOS ARTISTAS DE BELO HORIZONTE QUE PARTICIPARÃO DO FESTIVAL NA RUA, NA REDE, NA TORA, QUE ACONTECE DIA 4 DE JULHO, A PARTIR DO MEIO-DIA EMBAIXO DO VIADUTO SANTA TEREZA. NÃO PELCA!
Entregando seus corações, suas mentes e tudo o que são à expressão imprudente do que têm dentro de si, os Cães do Cerrado são um desastre que envolve guitarras distorcidas e alma de cães sujos, com sangue nos olhos, andando entre árvores baixas e retorcidas, pisando em frutos de gosto intenso e cheiro forte.
Influenciados pelo punk seminal da década de 70, mas erguendo-se sobre suas raízes ancestrais nas Minas Gerais, o grupo tem seu segundo EP – Sujo, Feio e Barulhento! – disponível para audição na web, e em breve para download.
A história da banda é tortuosa, basta saber que explicar a história de 37 é complicado, demanda muito tempo; Malibu faz xixi em suas coisas para demarcar o que é dele; Lixo e Corrupção se sofistica e demonstra grande interesse pela culinária; Gigopepo é o querido pelas crianças e vovós, ora pelo som curioso de seu nome, ora pelos suspiros de saudade; e Alcatraz, esse não sei, talvez a turma da cela 69 em Neves os conheçam de outra forma.
Crédito da foto: Mouannis Fotografia e Arte
O CÃES DO CERRADO É UM DOS MARAVILHOSOS ARTISTAS DE BELO HORIZONTE QUE PARTICIPARÃO DO FESTIVAL NA RUA, NA REDE, NA TORA, QUE ACONTECE DIA 4 DE JULHO, A PARTIR DO MEIO-DIA EMBAIXO DO VIADUTO SANTA TEREZA. NÃO PERKA!
Se o Nelson Mandela te adicionasse no Myspace o que você faria? Porque? Não sabemos você, mas Retrigger, o popular Raul Duarte, aceitaria. O motivo? “Sou muito educado”, confessa o Michael Jackson das montanhas, que após algumas intervenções cirúrgicas conseguiu se parecer com um famoso personagem infantil dos desenhos 90.
“Faço música como Retrigger desde fevereiro de 2001, há quase 9 anos”, e desde então Raul contribui com diversas coletâneas, sendo lançado em formatos diversos que passam pelo K7, CD, MP3 e Vinil. Participou de dois splits, um lançado em 2003 e outro previsto para este ano. Além disso, seu segundo EP em MP3 estará disponível em breve através de seu site e pela gravadora Cock Rock Disco.
O Retrigger já fez monte de shows em diversas cidades e alguns países, mas o estado atual das coisas não o faz esquecer do passado: "já cheguei a me apresentar usando um desktopizão horroroso", relembra o início da carreira. "O importante é que eu sou legal", nos ensina antes de nos entregar um link aberto para sua vida.
O RETRIGGER É UM DOS MARAVILHOSOS ARTISTAS DE BELO HORIZONTE QUE PARTICIPARÃO DO FESTIVAL NA RUA, NA REDE, NA TORA, QUE ACONTECE DIA 4 DE JULHO, A PARTIR DO MEIO-DIA EMBAIXO DO VIADUTO SANTA TEREZA. NÃO PEHRCA!
Sabe aquela coisa meio roça, xadrez, capim na boca? Aquela lance de lamber sapo e viajar cosmicamente por aí? Ter uma barba ou largar tudo para entrar numa jardineira e viajar por aí? E nas pausas de descanso tocar o violão acompanhado de alguma percussão e cantar para espantar o mal? Bem hippie, né? Pois bem, apesar disso o Hotel Tofu não é um trio bicho grilo, mas pode ser - o hóspede é você, tire os sapatos e ponha as pernas na mesa que achar melhor.
Na fala dos próprios, o Hotel Tofu abriu suas portas em agosto do ano passado, um pouco antes ou um pouco depois, mas é de janeiro deste ano que começou a fazer shows por Belo Horizonte - sem distinção de gênero ou fôlego. Com algumas experiências importantes na bagagem, o Hotel se sente realizado em alguns pontos, mas com muitas outras ambições a concretizar. Viver puramente pela arte e pelo entretenimento é o objetivo.
Quando perguntados quais seriam seus novos nomes no caso de uma conversão ao Islamismo, Victor Neemau, André Geraldo e Babi Flor dizem sentirem-se impelidos a evitar quaisquer direcionamento a religiões, crenças e turbulentos turbantes - por isso o correto seria que todos se chamassem Ahlul Bid’a, que em árabe significa “povo que cria algo que não tem fundamento na religião”. Ou dependendo da região também têm a conotação de “biscoito fino, gente fina”.
Entre violões, tambores, pandeirolas e vocais, os instrumentistas do Hotel se destacam na forma como executam o rato bravo – instrumento exótico que consiste em um mamífero montanhês musicista de apoio, o hóspede favorito junto à produtora Amanda, uma espécie de camareira que dá apoio ao grupo, fechando assim o time do Tofu, o time do amor!
E aí, vai por as pernas onde?
O HOTEL TOFU É UMA DAS MARAVILHOSAS BANDAS DE BELO HORIZONTE QUE PARTICIPARÃO DO FESTIVAL NA RUA, NA REDE, NA TORA, QUE ACONTECE DIA 4 DE JULHO, A PARTIR DO MEIO-DIA EMBAIXO DO VIADUTO SANTA TEREZA. NÃO PERDA!
Opa, opa. Segundo dia de EAF, o dia em que foram ministradas as palestras, oficinas e workshops de Silk na Tora (absolutamente lotada e disputada), Festa na Rua (papo informal que despertou a responsabilidade cívica de usar as ruas como extensão de nossos festejos), Outros Modos de se Relacionar com Animais (muita gente atenta na relação "animais x comércio"), Contra-indústria (Makely dando a real da importância de desapegar da arcaica indústria músical), Caliggraffiti (um clash das duas artes tipográficas) e Apropriação Sonora (oficina em que Vnss dividiu conhecimentos técnicos e vivências em prol dos registros sonoros e suas utilizações).
Além disso quitutes veganos (o alfajor continua sendo a maior sensação da Barata Vegana), ilha de multiplicação (reprodução de DVDs, discos e livros), Bazar Grátis e manifestações espontâneas de alegria antes dos shows.
O baterista Doisgyga deu o tom da apresentação nervosa do grupo, que ocupou todo o espaço reservado para o público, que foi obrigado a recuar até o fim do espaço para darem espaço pro Pyrata soltar o grind da garganta nesse carnaval.
Batista e Porco ficaram ao fundo, fingindo não conhecer o animado vocalista:
Roque + roque + selvageria - Idjota Quest. Assim foi a apresentação do Fada. Destaque para a participação de Paulo, que propôs um faz de conta interessante: enquanto a banda tocava e ele berrava, ambos se tornavam indestrutíveis. Assim, o menino se jogou, se ralou, se fudeu e foi currado, para o delírio dos presentes.
Expurgo: Membros extremamente educados, polidos e bons-moços, banda completamente caótica e anti-social. O público insandeceu, Egon (vocal) não saiu do meio do mosh enquanto urrava. Os vizinhos começaram a se manifestar, a noite começava a cair, ninguém nunca mais esquecerá o Expurgo. Na real aqueles que desmaiaram não vã se lembrar de nada. A cereja que coroou o fim da EAF.
Pra não acalmar o público Retrigger mandou rotoblues da porra e todo mundo dançou, fez coro e breakcoreou de montão. Gênio!
E Vnss fechou a noite como dama do barulho e do chacundum, dando ao público o que ele mais queria: música pra se acabar e um stagedive rock`n roll.
E pra arrematar isso tudo, pra poder curtir com vontade a quarta de cinza, um bloco desorganizado e divertidíssimo saiu pelas ruas da Floresta rumo a Santa Teresa na maior algazarra, catando instrumentos do lixo, tocando bancas de revistas, abrigos de ônibos e lixeiras com maestria, para o gran-finale na praça Duque de Caxias.
Valeu santo padroeiro do carnaval! Seja lá quem for você, até ano que vem!
A ideia original era fazer uma cobertura da EAF, aproveitar o calor do evento para fazer minha humilde cobertura, algo pro Hermano Vianna achar bonito de ler...
Vanessa, eu não hospedei nada no perfil da Azucrina Records, não me venha com repressões ok? lol
Certo, começo já me desculpando por não ter ido na abertura lá no Ystilinge. Fiquei neurado com o lance da oficina e de uma cover pro show, acabei não indo. Consegui terminar o material da oficina e deixei a cover para uma próxima vez...
Na segunda(23/02) cheguei cedo, no horário combinado (8:30), ajudei um pouquinho e fui pra minha oficina... nenhum mamífero apareceu lá. Tudo bem, hospedei os slides aqui, quem querê ler vai lere.
Fazer o que? Caí pro bar com o ilustre Xande "The Factory" Perocco.
O Batista caiu pra lá depois. De lá fizemos um corre pro gelo do bar. Chegamos no coletivo e para minha surpresa, o bar não tava rolando ainda. Beleza, eu não tinha almoçado e mandei ver no almoço vegan. Tentei participar da oficina de Drupal do Koji, mas não deu :/
E nada do bar abrir... Estava trajando a brusa do framengo, dei uma leve obinada e participei de uma batucada na entrada do evento...
Fotos do espaço:
Shows:
Isso Os roqueiros do grupo Isso foram os primeiros a estrear o palco da EAF. Também foram a banda cobaia. Mas o que é isso para os impetuosos lordes do rock? NADA! O show foi pujante como de costume. Muita gente pediu autografo nos genitais...
Cães do Cerrado Já tinha escutado falar deles e nunca tinha escutado ou presenciado ao vivo. Um roque muito jovem e contagiante devo dizer. É muito FODA!
Os caras fizeram que, literalmente, todos dançassem e balançassem, eu acho que teve um mano que tava tendo crise de epilepsia. Eu não tirei fotos ou filmei o show deles, esqueci no meio da empolgação, perdi minhas calças...
Mas pra compensar tenho este ensaio sensual:
Eita porra...
Ü Pra começar, os caras são o Zu brasileiro!!! Confesso que escutando o myspace eu tinha ficado com o pé atrás. Mas dobro a língua e assumo que foi muito foda. Entortaram a cuca de todo mundo que viu o show. Intenso.
Jam Com Itaipava a 1 real e aquele tanto de gente jovem e artista junto o quié que deu? Jam session coletiva, danças típicas de rua e tremendas confusões...
Vale frisar que durante os shows rolaram: Banhão de mangueira (WTF) Tarefas Peruca azul Pessoas semi-nuas Punks Malabaristas Abraços coletivos
Bem esta foi minha modesta cobertura do dia 23, fiquei por lá até algumas horas da noite, saí bêbado, pra tocar no dia seguinte...